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MEC pretende investir na criação de 30 mil vagas por ano para continuidade do programa de Pró-Licenciatura

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24 de setembro 2005
MEC pretende investir na criação de 30 mil vagas por ano para continuidade do programa de Pró-Licenciatura
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O 12º Congresso Internacional de Educação a Distância (EaD), que terminou nesta quinta-feira, dia 22 de setembro, em Florianópolis, pôs em debate, na quarta-feira, 21, os financiamentos e editais do Ministério da Educação. A discussão foi conduzida pelo diretor de políticas da Secretaria de Educação a Distância (Seed/MEC), Sérgio Franco. Sérgio Franco abordou a questão do financiamento à educação ao divulgar as vagas oferecidas pelo MEC em programas de formação de professores em 2005.
Segundo Franco, o Ministério da Educação oferece 18.500 vagas para professores sem licenciatura da quinta à oitava série, professores do ensino médio no Programa de Formação Inicial e para Professores do Ensino Fundamental e Médio (Pró-Licenciatura), Fase 1 (Universidade do Século XXI). Em 2006, o MEC oferecerá, em parceria com os estados e municípios, cerca de 30 mil vagas para professores de português e matemática das séries iniciais do ensino fundamental.
“A partir de 2006, o MEC pretende investir na criação de 30 mil vagas por ano para continuidade de Pró-Licenciatura, além de criar uma comunidade de 600 pesquisadores de Educação a Distância para atender os editais da Universidade Aberta do Brasil”, disse Sérgio Franco. Ele afirmou ainda que os editais têm garantido transparência e eqüidade na distribuição de recursos e também têm sido fundamentais para a expansão da Educação a Distância no Brasil, com critérios de qualidade. “Não se faz política só com editais, mas são um bom processo de criação de cenários” Disse ele.
No congresso, o coordenador do programa Rádio Escola, da Secretaria Especial de Ensino a Distancia, Mathias Gonzales, destacou os limites e potencialidades do Rádio na educação a distância. A Rádio Escola utiliza a linguagem radiofônica (mais abrangente que a televisão e a Internet), para o aprimoramento pedagógico de comunidades escolares e o treinamento de grupos profissionais. “O salto tecnológico pode trazer melhorias sociais, sobretudo quando se ampliarem as oportunidades de apreensão do saber por meio das variadas mídias”, disse Mathias Gonzales.
O coordenador também explicou que o programa desenvolve, em parceria com secretarias estaduais de educação, um curso de capacitação de professores na metodologia da edu-comunicação, que é desenvolvida pelo Núcleo de Comunicação e Educação da Escola de Educação e Artes da Universidade de São Paulo (USP).